Pelo que dá para reconhecer
- Fala de forma objetiva e precisa, usa com frequência palavras como "deveria", "certo" ou "direito".
- Repara em erros e coisas inacabadas, mesmo pequenas, e tem dificuldade de deixá-las passar.
- A linguagem corporal denuncia a discordância: mandíbula tensa, cara fechada, uma breve pausa.
- Reclama de descuido, de injustiça e de pessoas que não levam as obrigações a sério.
- Reage à crítica com sensibilidade e logo explica o seu modo de agir.
- Tem dificuldade de descansar; até o tempo livre costuma ser útil, como limpar, consertar ou fazer trabalho voluntário.
Com o que se confunde
O Um costuma ser confundido com o Seis (ambos são conscienciosos e seguem regras), com o Três (ambos são trabalhadores e produtivos) ou com o Cinco (o Um social costuma ser distante e racional). Mas o cuidado e a tendência à crítica aparecem em pessoas de várias estratégias, cada uma por um motivo diferente. O decisivo é o que move a pessoa: no Um, é uma medida interna do que é correto, não o medo nem o desejo de reconhecimento. Esse motivo não se vê de fora, e por isso a última palavra é sempre da própria pessoa.
Como lidar com essa pessoa
- Seja pontual e confiável e cumpra o que promete.
- Faça críticas de forma concreta e objetiva, e comece pelo que deu certo.
- Elogie com sinceridade e por coisas específicas; ele percebe um elogio vazio.
- Ajude-o a se permitir descansar sem culpa.
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